Estudo da Universidade de Aveiro mostra que os bombeiros portugueses estão sujeitos a níveis poluentes que ultrapassam os máximos recomendados
Quando combatem incêndios florestais, os bombeiros
portugueses ficam expostos níveis bastante elevados de alguns poluentes. Esta é uma das principais conclusões de um estudo que está a ser desenvolvido por investigadores das universidades de Aveiro e Coimbra e da Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial. Coordenado por Ana Isabel Miranda, do Departamento do Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro, o estudo, intitulado “Fumexp”, teve início em 2008 e chega ao fim em Dezembro deste ano, mas as medições feitas em queimas experimentais na Serra da Lousã já permitem avançar dados que a investigadora considera "preocupantes". Quarenta bombeiros de corporações de Albergaria-a-Velha, Castanheira de Pêra, Lousã e Coimbra estão a ser monitorizados no âmbito deste projecto e, segundo Ana Isabel Miranda, “os bombeiros que andaram com o equipamento (de monitorização) estão expostos a níveis bastante elevados de alguns poluentes", quando comparados com os valores recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência de Saúde Ocupacional.
Quando combatem incêndios florestais, os bombeiros
portugueses ficam expostos níveis bastante elevados de alguns poluentes. Esta é uma das principais conclusões de um estudo que está a ser desenvolvido por investigadores das universidades de Aveiro e Coimbra e da Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial. Coordenado por Ana Isabel Miranda, do Departamento do Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro, o estudo, intitulado “Fumexp”, teve início em 2008 e chega ao fim em Dezembro deste ano, mas as medições feitas em queimas experimentais na Serra da Lousã já permitem avançar dados que a investigadora considera "preocupantes". Quarenta bombeiros de corporações de Albergaria-a-Velha, Castanheira de Pêra, Lousã e Coimbra estão a ser monitorizados no âmbito deste projecto e, segundo Ana Isabel Miranda, “os bombeiros que andaram com o equipamento (de monitorização) estão expostos a níveis bastante elevados de alguns poluentes", quando comparados com os valores recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência de Saúde Ocupacional. (Diario de Aveiro)
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